Apresentação

  • Extensa área (o Parque Natural ocupa uma superfície de 89.595 ha dos quais 28.965 ha de área marítima) com grande diversidade de habitats costeiros incluindo praias, falésias, ilhotas e rochedos isolados. A ilha do Pessegueiro, na realidade uma duna consolidada, está ancorada a dois passos da costa. Em terra, matos e charnecas alternam com culturas de regadio e de sequeiro e matas de produção.

    Presença de espécies botânicas (plantas) raras, sobretudo na zona dos cabos de Sagres e de São Vicente. Variada avifauna nidificante, com a cegonha-branca a construir ninhos em rochedos litorais, e importante corredor de passagem para numerosas aves. Interessante população de lontra que frequenta o mar.

    A presença constante do mar e de horizontes a perder de vista, a majestade de São Vicente, um poente dos deuses, as histórias de Sagres e, sobretudo, essas enormes muralhas de pedra postadas diante do oceano escondendo ou revelando pequenas grandes praias e atraentes portinhos de pesca completam um dos quadros simultaneamente mais solitários e atraentes da costa de Portugal.

  • Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I.P. (ICNF, I.P.)

  • Falésias e praias

  • Algarve

  • Aljezur

    Odemira

    Sines

    Vila do Bispo

  • Acesso a partir de:

    - Sines em direção ao Porto Covo seguir pelo IC4/N120-4 e pela M554, para a praia de São Torpes;

    - Odemira, seguir a N393 em direção a Vila Nova de Milfontes ou pela N120 em direção a São Teotónio;

    - Lagos, entrará no parque natural seguindo pela N125 em direção a Vila do Bispo/Sagres.

  • Sim

  • Entretanto descoberta, era a costa ‘mais selvagem’, mas que ainda guarda, na geologia, flora e fauna, muito do que temos por natural. Uma paisagem diversa ao longo do ano, mas sempre muito atrativa.

     

    Para observar a fauna sair de manhã cedo ou ao entardecer. Tenha sempre em atenção as previsões meteorológicas e evite realizar atividades em dias em que se preveja a ocorrência de chuva, trovoadas e nevoeiros.
    Opte por vestuário e calçado simples e confortável. Previna-se com agasalhos, alimentos, água, protetor solar e/ou impermeável. Poderá munir-se também de telemóvel e lanterna.

    Tome precauções especiais quando caminha em zonas húmidas e rochosas, para evitar quedas e não pratique atos que coloquem em risco a sua segurança ou a dos outros.

    Em caso de acidente ou imprevisto contacte o serviço de emergência 112. 

  • O Parque possui sinalética informativa e direcional em toda a sua área.

  • Não

  • Não

  • PTCON0012 Costa Sudoeste

    PTZPE0015 Costa Sudoeste

  • Reserva Biogenética de Sagres.

  • <p>
	Suba &agrave; F&oacute;ia, ponto de maior altitude do Algarve, situado na serra de Monchique, a 902 m de altitude, de onde &eacute; poss&iacute;vel observar o barlavento algarvio.</p>

    Suba à Fóia, ponto de maior altitude do Algarve, situado na serra de Monchique, a 902 m de altitude, de onde é possível observar o barlavento algarvio.

Condições Atmosféricas

Condições Atmosféricas em Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina :

O que pode fazer

1. Descubra a cegonha-branca a nidificar nos rochedos e arribas marítimas (caso único no mundo).

2. Passeie ao longo da orla litoral, enquanto a vegetação se recompõe da invernia. Assista ao sudoeste a mudar de cor.

3. A Gralha-de-bico-vermelho, espécie protegida, constrói os seus ninhos em fendas e buracos de escarpas inacessíveis, alimentando-se em áreas com vegetação baixa e prados. A área envolvente ao cabo de S. Vicente é um dos melhores locais para observação desta espécie em Portugal, durante todo o ano.

4. Durante todo o ano existe a possibilidade de observar diversas espécies de cetáceos, tubarões, tartarugas, peixes-lua e várias espécies de aves marinhas.

1. Dê um salto à ilha do Pessegueiro, próximo de Porto Covo, recordando a célebre canção (Porto Covo) de Rui Veloso dos anos 80.

2. Descubra uma sucessão de pequenas praias cativantes que sempre serão recordadas.

3. Comece a sua jornada por Sines no momento do festival ‘Músicas do Mundo’ (julho).

4. Em meados de agosto vá às Festas em honra de Nossa Senhora da Graça - Padroeira de Sagres - e assista à procissão por mar até ao cabo de S. Vicente.

5.Durante todo o ano existe a possibilidade de observar diversas espécies de cetáceos, tubarões, tartarugas, peixes-lua e várias espécies de aves marinhas.

1. Tal como as aves, migre até à Península de Sagres (o principal corredor migratório de Portugal) para, no início de outubro observar a migração pós-nupcial de mais de 30 espécies de aves (raridades nacionais e internacionais). Participe no "Festival de Observação de Aves de Sagres", onde várias empresas e entidades organizam muitas atividades na natureza.

2. Vá até à tranquila foz do Mira em Milfontes já longe da avalanche estival e aprecie o por do sol.

3.Durante todo o ano existe a possibilidade de observar diversas espécies de cetáceos, tubarões, tartarugas, peixes-lua e várias espécies de aves marinhas.

4. A Gralha-de-bico-vermelho, espécie protegida, constrói os seus ninhos em fendas e buracos de escarpas inacessíveis, alimentando-se em áreas com vegetação baixa e prados. A área envolvente ao cabo de S. Vicente é um dos melhores locais para observação desta espécie em Portugal, durante todo o ano.

5. Leve a prancha e faça surf nas excelentes praias do sudoeste.

1. Vista um impermeável e roupa quente e, na ponta de Sagres ou no cabo de S. Vicente, assista ao espetáculo dado pelo estado bravio do mar.

2. Respire as brisas do mar num local perdido - o cabo Sardão - e registe a luta entre o mar e as camadas geológicas da terra.

Época aconselhada: Todo o ano

Contatos

Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (Sede) 

R. Serpa Pinto, 32

7630-174 ODEMIRA

Telefone:  (00351) 283 322 735

E-mail: pnsacv@icnf.pt

MAPA

; ;