Apresentação

  • Abrange parte significativa do Maciço Calcário Estremenho (MCE), que corresponde a uma zona de cotas superiores a 200 m que se destaca das áreas circundantes com altitudes que variam entre 100 e 200 m. Esta zona elevada desenvolve-se entre os concelhos de Leiria, Rio Maior, Torres Novas e Tomar, aproximadamente a 30 km do litoral.

    A secura, acentuada pela ausência de cursos de água superficiais, marca uma paisagem a que falhas, escarpas e afloramentos rochosos conferem um traço vigoroso e agreste. A água corre através de uma intrincada rede subterrânea. A erosão cársica, por sua vez, originou formações características - polje, campos de lapiás, lapas e algares, uvalas e dolinas numa rara profusão de formas. Com frequência, as cavidades são férteis em espeleotemas (estalactites, estalagmites...).

    A morfologia cársica, a natureza do coberto vegetal, a rede de cursos de água subterrâneos, uma fauna específica, nomeadamente cavernícola (com importantes colónias de morcegos), e intensa atividade no domínio da extração da pedra são outros e tantos aspetos que levaram à criação do Parque Natural.

  • Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I.P. (ICNF, I.P.)

  • Montanha

  • Lisboa e Vale do Tejo

  • Alcanena

    Alcobaça

    Ourém

    Porto de Mós

    Rio Maior

    Santarém

    Torres Novas

  • Acesso a partir de:

    - Leiria, seguir em direção a Porto de Mós pela A19/IC2, e após a saída para a Batalha entrar no IC9 em direção a Ourém, e sair na direção de Porto de Mós pela N243;

    - Rio Maior, siga a Rua Principal em direção às Salinas de Fonte da Bica; Vindo de Santarém, pela A1 na direção do Porto, sair no Nó 7 para Alcanena - N243. Em Alcanena, seguir as indicações para “Olhos d´Água do Alviela /Nascente do Alviela/ Centro Ciência Viva do Alviela /Carsoscópio” ou então seguir para norte pela N362, entrando assim no Parque Natural.

  • Sim

  • Numa área onde os morcegos são o seu símbolo é obrigatório visitar o Quiroptário, no Centro de Ciência Viva do Alviela.

    Veja o poldje de Minde no verão e no inverno e compreenda como, nas zonas calcárias, o maior tesouro, a água, pode estar escondido bem abaixo do solo.

    Sinta-se um(a) espeleologista visitando o Algar do Pena.

    Dê sabor à sua vida com o sal vindo das entranhas da terra em Rio Maior.

    Para observar a fauna saia de manhã cedo ou um pouco antes do entardecer. Se tiver, leve binóculos e máquina fotográfica.

    Tenha sempre em atenção as previsões meteorológicas e evite realizar atividades em dias em que se preveja a ocorrência de chuva, trovoadas e nevoeiros.

    Evite ir sozinho(a), mas, se o fizer, informe alguém conhecido ou alguma entidade local da sua partida e do seu regresso.

    Opte por vestuário e calçado simples e confortável. Previna-se com agasalhos, alimentos, água, protetor solar e/ou impermeável. Poderá munir-se também de telemóvel e lanterna e isqueiro (não faça fogo nem deite para o chão beatas acesas).

    Tome precauções especiais quando caminha em zonas húmidas, rochosas, com cavidades para evitar quedas e não pratique atos que coloquem em risco a sua segurança ou a dos outros. Tenha em atenção que, sendo uma zona calcária, em alguns locais existem cavidades, por vezes muito fundas e pouco visíveis, pelo que não deve sair dos trilhos e caminhos existentes.

    Caso ocorra algum acidente ou imprevisto contacte o serviço de emergência 112.

  • O Parque possui sinalética informativa e direcional em toda a sua área.

  • Não

  • Não

  • PTCON0015 Serras de Aire e Candeeiros

  • Sítio RAMSAR - Zona Húmida de Importância Internacional - Polje de Mira-Minde e Nascentes Associadas

    Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurios de Ourém/Torres Novas

  • <p>
	O castelo de Porto de M&oacute;s tem arquitetura de influ&ecirc;ncias militares, g&oacute;ticas e renascentistas, possuindo dois singulares torre&otilde;es cuja originalidade assenta no facto de serem ornamentados por c&uacute;pulas piramidais, com acabamento de cer&acirc;mica de cor verde. (<a href="http://www.municipio-portodemos.pt" target="_blank" title="Site da CM de Porto de Mós">Saber mais</a>).</p>

    O castelo de Porto de Mós tem arquitetura de influências militares, góticas e renascentistas, possuindo dois singulares torreões cuja originalidade assenta no facto de serem ornamentados por cúpulas piramidais, com acabamento de cerâmica de cor verde. (Saber mais).

  • <p>
	Em Our&eacute;m, &eacute; de destacar o seu castelo medieval, sobranceiro ao vale da ribeira de Sei&ccedil;a.</p>

    Em Ourém, é de destacar o seu castelo medieval, sobranceiro ao vale da ribeira de Seiça.

Condições Atmosféricas

Condições Atmosféricas em Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros :

O que pode fazer

1. Traga uma lupa e, caminhando com cuidado para não pisar as pequenas orquídeas selvagens que brotam dos calcários, aprecie estas pequenas flores que, por vezes, imitam insetos.

1. Com o calor do sol a abrasar, desça ao interior da Terra, no Algar do Pena, e, a partir da plataforma, aprecie a magnífica cavidade que se abre à sua frente.

2. Aproveite a praia fluvial do Alviela para se refrescar.

3. Mesmo com calor a nascente dos Olhos de Água do Alviela continua a brotar frescura. Faça ali um piquenique.

4. É o sol que faz evaporar a água e surgir o apreciado sal de Rio Mar. Visite as Marinhas e compre o afamado sal.

1. Com o tempo mais fresco, visite a depressão de Alvados com o seu desnível de 300 m e observe as cores outonais dos carvalhais.

2. Para melhor compreender esta paisagem e os seus habitantes alados, nomeadamente os morcegos, visite o Centro de Ciência Viva – Carsoscópio.

1. Deixe os seus olhos alongarem-se sobre o Polje de Minde cheio de água.

Época aconselhada: Todo o ano

Contatos

Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (Sede) 

Rua Dr. Augusto César Silva Ferreira

2040-215 RIO MAIOR

Telefone: (00351) 243 999 480

E-mail: pnsac@icnf.pt

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