• Olhos de água do Alviela

  • Lisboa e Vale do Tejo

  • Alcanena

  • Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros

  • Sim

  • Acesso a Amiais de Baixo, a partir de:

    - Alcanena (± 6 km) – M1442. A nascente fica antes de Amiais de Baixo, seguindo a indicação Olhos de Água;

    - Porto de Mós (± 30 km) – tome a estrada para Serro Ventoso, prosseguindo depois para Amiais de Baixo;

    - Rio Maior (± 30 km) – N361 para Alcanede / Amiais de Baixo.

     

    Em Amiais de Baixo tome a M1442 seguindo a indicação Olhos de Água ou Centro Ciência Viva do Alviela.

     

    GPS:  39.445373, -8.711819

  • Esta nascente, localizada na transição entre o Maciço Calcário Estremenho, zona onde predominam os calcários, e a Bacia Terciária do Baixo Tejo, paisagem constituída principalmente por arenitos, possui o maior caudal em Portugal. A sua bacia de alimentação estende-se ao longo de cerca de 180 km2, circulando a água através de um complexo sistema de cavidades cársicas surgindo à superfície através de galerias, conhecidas até aos 130 m de profundidade, mas que, seguramente, atingirão maiores profundidades.

    O pequeno relevo onde se situa a nascente é atravessado pela ribeira dos Amiais, cujas águas se perdem numa gruta. Após um percurso subterrâneo com cerca de 250 m reaparecem à superfície e correm num estreito vale com paredes verticais até confluírem com as águas da nascente.

     

    Na base da escarpa situada na margem direita da ribeira dos Amiais observa-se assim, uma pequena represa alimentada pela nascente e que serve a captação de água para distribuição pública. Por cima desta, fica a entrada da gruta com o mesmo nome e que dá acesso ao coletor do Alviela, que é alimentado, principalmente, pela água das chuvas que se precipitam sobre o planalto de Santo António.

     

    O rio Alviela é alimentado durante todo o ano por uma nascente permanente, mas, em períodos de maior precipitação, a água é também expelida através de nascentes temporárias, nomeadamente por uma saída temporária de extravasamento situada junto à nascente principal (Olhos de Água) e por uma outra situada junto ao Poço Escuro. A nascente dos Olhos de Água do Alviela é uma das mais importantes do nosso país, chegando a debitar 17 mil litros por segundo, ou seja, 1,5 milhões de m3 de água por dia (pico de cheia).

     

    Desde 1880 até bem próximo da atualidade, a nascente do Alviela foi uma das principais fontes de abastecimento de água à cidade de Lisboa (através da EPAL), e ainda hoje “abre portas” a um dos maiores reservatórios de água doce do país.

  • Nacional

PR1 ACN Olhos d'Água do Alviela

Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I.P.

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