Atualidade

Festival Terras Sem Sombra - 11 fev. a 1 jul.

fevereiro 09, 2017

Festival Terras Sem Sombra - 11 fev. a 1 jul.

De 11 de fevereiro a 1 de julho de 2017, o Festival Terras Sem Sombra está de regresso ao Alentejo com um cartaz transversal no campo das artes, da cultura e da biodiversidade.

Ao abrigo de um protocolo de cooperação com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I.P., os municípios e outras instituições presentes no terreno, o Festival Terras sem Sombra (FTSS) promove, no dia seguinte a cada concerto, ações-piloto para a salvaguarda da biodiversidade, permitindo que voluntários(as) de origens ou perfis muito diversos – músicos, espetadores, staff, membros das comunidades locais, etc. – colaborem, ombro com ombro, em atividades úteis à conservação da natureza, atividades simples, mas que encerram toda uma mensagem dirigida aos decisores e à opinião pública. Participe e contribua para a conservação da Natureza no Alentejo!

Programação (veja Biodiversidade)

A 1 de julho, em Sines, no Centro das Artes, terá lugar a cerimónia de entrega do Prémio Internacional Terras sem Sombra 2017. Instituído em 2011, destina-se a homenagear uma personalidade ou instituição que se tenham salientado, ao nível global, em cada uma das seguintes categorias: promoção da Música; valorização do Património Cultural; e salvaguarda da Biodiversidade.

 

Resumo do programa Biodiversidade

12 de fevereiro, 10h - Pelas Alturas de Mú: Uma Expedição no Alentejo Serrano

Compreender a evolução da vegetação a serra de Mú, avaliar o seu impacto na salvaguarda da biodiversidade e apontar caminhos para o futuro

 

5 de março, 10h - Seguindo os Meandros do Mira: Que Futuro para a Natureza Ribeirinha?

Durante um percurso de barco, serão reconhecidas as áreas mais significativas deste rio para a conservação da biodiversidade e analisados os perigos que sobre ele recaem.

 

26 de março, 10h - A Paisagem Cultural em torno do Convento do Loreto: Seis Séculos de Montado

Serão plantados sobreiros do Viveiro de Valverde, adstrito ao ICNF - Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, I.P. e pretende-se definir um “caderno de encargos” para o acompanhamento das plantas, assegurando a proteção das mesmas face à herbivoria (através da construção e implantação de protetores individuais), procurando aumentar a hipótese de que subsistam no período de estiagem (através da rega pontual). Na comunidade local, vão ser recrutadas “famílias voluntárias”, cada uma das quais assumirá a responsabilidade por um núcleo de árvores.

 

9 de abril, 10h - Memórias vivas da pastorícia e da transumância: o ciclo da lã no Campo Branco

No contexto da paisagem cultural de Castro Verde, cuja importância, do ponto de vista da conservação da natureza, está subjacente na recente candidatura a Reserva da Biosfera, apresentada à UNESCO, a ovelha é um elemento preponderante e a lã um dos seus produtos mais nobres. OTerras sem Sombra acompanha uma tosquia tradicional das ovelhas autóctones da região (raças merino e campaniça) e visita o recém-inaugurado pólo de Lombador, dedicado à tecelagem, na freguesia de Santa Bárbara de Padrões, do Museu da Ruralidade, com sede na vila de Entradas.

 

7 de maio, 10h - Com Engenho e Arte: O Olival Tradicional da Serra de Ficalho e as Variedades Locais

Incluída na Rede Natura 2000, a existência de matagais densos e fechados (maquis), de difícil penetração, permite o abrigo de muitas espécies de mamíferos, ex. o lince ibérico. Partindo de Vila Verde de Ficalho, traça-se um percurso de descoberta, geológica, biológica e agronómica, desta área limítrofe da Andaluzia; o seu esplêndido olival tradicional dá o mote para a viagem, reveladora de alguns dos enigmáticos arcanos do território da margem esquerda do Guadiana.

 

28 de maio, 10h - 28 de Maio 2017, 10h - Ilustre, mas ainda desconhecido: para um diagnóstico do rio Sado

Inventariar a biodiversidade, particularmente das galerias ribeirinhas, e avaliar a qualidade da água são os objetivos desta ação, que tem como epicentro a pequena aldeia de Santa Margarida do Sado.

 

4 de junho, 10h - No limiar entre o Atlântico e o Mediterrâneo: à descoberta dos monges eremitas da Junqueira

Entender como os monges viviam e interagiam com o ambiente é o ponto de partida para um percurso de descoberta da biodiversidade que circunda a ermida de Nossa Senhora dos Remédios, epicentro do complexo eremítico, entre hortejos e pomares.

 

18 de junho, 10h - O Grande Rio do Sul: Mistérios e Tesouros do Guadiana

Atividade em torno do percurso PR1 – Azenhas e Fortins do Guadiana, do Município de Beja, com término no curso fluvial. Aqui, far-se-á a avaliação do elemento água, recorrendo a um kit de análise.

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